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terça-feira, 29 de maio de 2012
Livro de Mecatronica
Este super livro aborda quase ou até mesmo todos os tópicos ligados directa ou indirectamente a formação na área de mecatrónica...
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Artigos Úteis,
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sábado, 26 de maio de 2012
quinta-feira, 10 de maio de 2012
PHP
PHP ( PHP: Hypertext Preprocessor", originalmente Personal Home Page) é uma linguagem de programação interpretada livre e utilizada
para gerar conteúdo dinâmico na World Wide Web.
Histórico
A linguagem php surgiu em meados de 1994, como um pacote de
programas CGI criados por Rasmus Lerdorf, com o
nome Personal Home Page Tools, para substituir um conjunto de
scripts Perl que ele usava no desenvolvimento de sua página pessoal.
Em 1997 foi lançado o novo pacote da linguagem php com o nome de PHP/FI,
trazendo a ferramenta Forms Interpreter, um interpretador de comandos SQL.
Mais tarde, Zeev Suraski desenvolveu o analisador do PHP 3 que
contava com o primeiro recurso de orientação a objetos, que dava poder de
alcançar alguns pacotes, tinha herança e dava aos desenvolvedores
somente a possibilidade de implementar propriedades e métodos. Pouco
depois, Zeev e Andi Gutmans, escreveram o PHP 4, abandonando por completo
o PHP 3, dando mais poder à máquina da linguagem e maior número de recursos de orientação
a objetos. O problema sério que apresentou o PHP 4 foi a criação de cópias de
objetos, pois a linguagem ainda não trabalhava com apontadores ou handlers,
como são as linguagens Java, Ruby e outras. O problema fora
resolvido na versão atual do PHP, a versão 5, que já trabalha
com handlers. Caso se copie um objeto, na verdade copiaremos um apontador,
pois, caso haja alguma mudança na versão original do objeto, todas as outras
também sofrem a alteração, o que não acontecia na PHP 4.
Principais
características
A linguagem PHP é uma linguagem de programação de
domínio específico, ou seja, seu escopo se estende a um campo de atuação que é
o desenvolvimento web, embora tenha variantes como o PHP-GTK. Seu
propósito principal é de implementar soluções web velozes, simples e
eficientes. Características:
- Velocidade e robustez
- Estruturado e orientação a objectos
- Portabilidade - independência de plataforma - escreva uma vez, rode em qualquer lugar
- Tipagem dinâmica
- Sintaxe similar a C/C++ e o Perl
- Open-source
Para uma abordagem mais aprofundada sobre a linguagem PHP, faça o download das seguintes apostilas:
terça-feira, 8 de maio de 2012
Embarcadero Delphi
Embarcadero Delphi, anteriormente conhecido
como CodeGear Delphi, Inprise Delphi e Borland Delphi,
também conhecido como Delphi, é um compilador, uma IDE e
uma linguagem de programação, produzido antigamente pela Borland
Software Corporation e atualmente produzido pela Embarcadero. O
Delphi, originalmente direcionado para a plataforma Windows.
O arquiteto por trás do Delphi foi Anders Hejlsberg, até
a sua alteração para a Microsoft em 1996, onde se tornou o
arquiteto responsável pelo projeto do C# e foi peça chave na criação
do ambiente Microsoft .NET, utilizado no Delphi 8.
O Delphi é muito utilizado no desenvolvimento de
aplicações desktop, aplicações multicamadas e cliente/servidor, compatível
com os bancos de dados mais conhecidos do mercado.

O nome Delphi é inspirado na cidade de Delfos,
o único local na Grécia antiga em que era possível consultar o Oráculo
de Delfos. O nome deve-se ao fato de que os desenvolvedores do compilador
buscavam uma ferramenta capaz de acessar o banco de dados Oracle -
daí o trocadilho: "a única maneira de acessar o oráculo é
usando Delphi". Pronuncia-se "dél-fi".
Comparação com outras
ferramentas de desenvolvimento
As principais diferenças entre o Delphi e outras ferramentas
de desenvolvimento são:
- A programação visual,
- Programação orientada a eventos,
- As paletas VCL e CLX,
- Forte ênfase na conectividade com diversos bancos de dados
- Um grande número de componentes produzidos por terceiros, muitos deles disponíveis na internet e Grande parte deles com o código fonte disponível.
Exemplos de programas
- Programa Olá Mundo
begin
ShowMessage('Olá, Mundo!');
end.
OBS: Se o caro leitor quiser aprender a programar em Delphi pode fazer o download de apostilas sobre esse assunto em:
segunda-feira, 7 de maio de 2012
Visual Basic
Antes de começar a abordar o assunto principal, gostaria de dizer que os conteúdos deste artigo, visam apenas mostrar o que é a linguagem e algumas características da mesma. Para um conhecimento mais aprofundado do assunto, é necessário que o caro leitor faça um curso, ou que leia e entenda livros (apostilas) sobre esse assunto, para tal no fim deste artigo estão disponíveis links para download de livros sobre esse que fazem uma abordagem mais profunda do assunto e que ajudaram o caro leitor a adquirir conhecimentos que o ajudaram a começar a programar em Visual Basic.
O Visual Basic (abreviado como VB) é
uma linguagem de programação produzida pela empresa Microsoft, e
é parte integrante do pacote Microsoft Visual Studio. Sua versão mais
recente faz parte do pacote Visual Studio .NET, voltada para aplicações .Net.
Sua versão anterior fez parte do Microsoft Visual Studio 6.0, ainda muito
utilizado atualmente por aplicações legadas.
Um aperfeiçoamento do BASIC, a linguagem é dirigida por
eventos (event driven), e possui também um ambiente de desenvolvimento
integrado totalmente gráfico, facilitando enormemente a construção da interface
das aplicações. O nome Visual Basic, é Derivado de:
- Visual — o Nome do Pacote EX: Visual studio (Visual C++, Visual C#, Visual Basic .NET)
- Basic — a linguagem de Programação
Visual Basic era muito usada em ambientes corporativos: uma
pesquisa de 2005 indicou que 62% dos programadores usavam uma forma de Visual
Basic, seguido de C++, JavaScript, C# e Java. Atualmente
foi suplantada pelo Java.
Existem várias linguagens derivadas do VB, entre as quais:
- VBScript é a linguagem por definição para Active Server Pages e pode ser usada no scripting (programação) de Windows e de páginas da Internet.
- Visual Basic .NET é a nova versão do Visual Basic, que é parte integrante da plataforma Microsoft .NET.Para fins de comparação, essa linguagem usa o paradigma de Orientação a Objecto.
- Visual Basic for Applications (VBA) permite a criação de macros, e está integrado em todos os produtos da família de produtos Microsoft Office.
Exemplos de código
- Programa "Alo mundo"
Private Sub Form_Load()
MsgBox "Olá mundo!"
End Sub
Private Sub
Command1_Click()
| Programa alo mundo (correndo em VB) |
- Soma de dois números A e B
Dim A As Long, B As Long, C As Long
A = InputBox("Informe o 1°
numero a somar : ", "Soma", "")
B =
InputBox("Informe o 2° numero a somar : ", "Soma",
"")
C = A + B
MsgBox C, vbInformation + vbOKOnly,
"Soma"
![]() |
| Soma de dois numero A e B |
OBS: Para aprofundar mais o estudo do Visual Basic, faça o download das seguintes apostilas:
Não esqueçam de deixar os vossos comentários sobre os artigos postados neste blog, pois assim ajudaram a melhorar as publicações vindouras.
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domingo, 6 de maio de 2012
Linguagem de programação C
A linguagem C é uma linguagem de programação
compilada de propósito geral, estruturada, imperativa, procedural, padronizada
pela ISO, criada em 1972, por Dennis Ritchie, no AT&T Bell
Labs, para desenvolver o sistema operacional Unix.
A linguagem C é uma das linguagens de programação mais
populares . Esta linguagem tem influenciado muitas outras linguagens de
programação, mais notavelmente C++, que originalmente começou como
uma extensão para C.
História
O desenvolvimento inicial da linguagem C ocorreu no AT&T
Bell Labs entre 1969 e 1973. Não se sabe se o nome "C"
foi dado à linguagem porque muitas de suas características derivaram da
linguagem B, e C é a letra conseguinte no alfabeto, ou porque
"C" é a segunda letra do nome da linguagem BCPL, da qual derivou-se a
linguagem B.
Esta linguagem foi
originalmente desenvolvida para a implementação do sistema Unix (originalmente
escrito em PDP-7 Assembly, por Dennis Ritchie e Ken Thompson).
Em 1973, com a adição do tipo struct, C tornou-se poderoso o bastante para
a maioria das partes do núcleo do Unix, serem reescritas em C. Este
foi um dos primeiros sistemas que foram implementados em uma linguagem que não
o Assembly.
Em geral
C é uma linguagem imperativa e procedural, para implementação
de sistemas. Seus pontos de design foram para ele ser compilado, fornecendo
acesso de baixo nível à memória e baixos requerimentos do
hardware. Também foi desenvolvido para ser uma linguagem de alto nível, para
maior reaproveitamento do código. C foi útil para muitas aplicações que foram
codificadas originalmente em Assembly.
Essa propriedade não foi acidental; a linguagem C foi criada
com o objectivo principal em mente: facilitar a criação de programas extensos
com menos erros, recorrendo ao paradigma da programação
procedural, mas sobrecarregando menos o autor do compilador, cujo trabalho
complica-se ao ter de realizar as características complexas da linguagem. Para
este fim, a linguagem C possui as seguintes características:
- Uma linguagem extremamente simples, com funcionalidades não-essenciais, tais como funções matemáticas ou manuseamento de ficheiros (arquivos), fornecida por um conjunto de bibliotecas de rotinas padronizada;
- A focalização no paradigma de programação procedural;
- Um sistema de tipos simples que evita várias operações que não fazem sentido;
- Uso de uma linguagem de pré-processamento, o pré-processador de C, para tarefas tais como a definição de macros e a inclusão de múltiplos ficheiros de código fonte;
- Ponteiros dão maior flexibilidade à linguagem;
- Acesso de baixo-nível, através de inclusões de código Assembly no meio do programa C;
- Parâmetros que são sempre passados por valor para as funções e nunca por referência ;
- Definição do alcance lexical de variáveis;
- Estruturas de variáveis, (structs), que permitem que dados relacionados sejam combinados e manipulados como um todo;
A linguagem C tem como ponto forte, a sua eficiência. É a
linguagem de programação preferida para o desenvolvimento de sistemas e
softwares de base, apesar de também ser usada para desenvolver programas
de computador. Outra característica importante de C, é sua proximidade do código
de máquina, que permite que um projectista seja capaz de fazer algumas previsões
de como o software irá se comportar, ao ser executado.
Tipos de dados
A linguagem C possui tipos para números inteiros de vários tamanhos com e sem sinal, números de
ponto flutuante, caracteres. C usa extensivamente ponteiros, um tipo
muito simples de referência que guarda o endereço de memória da
variável. Durante o tempo de execução, o ponteiro é simplesmente uma
morada de máquina tais como aquelas manipuladas em Assembly, mas em tempo
de compilação possui um tipo complexo que indica o tipo do objecto para
onde ele aponta, permitindo que se verifique o tipo de expressões, incluindo
ponteiros. Os ponteiros são usados extensivamente em C.
Tipo int (Inteiro)
O tipo de dado int (inteiro) serve para armazenar
valores numéricos inteiros. Existem vários tipos de inteiros, cada um de um
tamanho diferente (dependendo do sistema operacional e/ou arquitetura do
processador):
- int, pode possuir 16 bits, 32 bits ou 64 bits
- short int, deve possuir tamanho de no mínimo 16 bits e não pode ser maior que int
- long int, deve possuir tamanho mínimo de 32 bits
- long long int, deve possuir tamanho mínimo de 64 bits
Todos estes tipos de inteiros podem ainda ser declarados
precedidos da cláusula unsigned, o que faz com que só suporte números
positivos. Isto faz com que, com o mesmo tamanho, uma variável suporte mais
números positivos do que um signed.
Tipo char (Carácter)
O tipo char ocupa 1 byte, e serve para
armazenar caracteres. Isso significa que o programa reserva um espaço de 8
bits na memória RAM para armazenar um valor. Com vetores do tipo
char é possível criar strings que é um tipo que permite armazenar mais de um
caracter.
Tipo float (Real)
O tipo de dado float serve para armazenar números
reais , ou seja, que podem ou não conter casas decimais.
Tipo double
O tipo de dado double serve para armazenar números
decimais com dupla precisão, normalmente tem o dobro do tamanho do float e
portanto o dobro da capacidade.
Relações com C++
A linguagem de programação C++ foi originalmente
derivada do C para suportar programação orientada a objetos. À medida que
as linguagens C e C++ foram evoluindo independentemente, a divisão entre as
duas veio a aumentar.
Hoje, as principais diferenças entre as duas linguagens são:
- inline - em C++, funções em linha encontram-se no espaço global enquanto que em C encontram-se no espaço local. Por outras palavras, isso significa que, em C++, qualquer definição de qualquer função em linha tem de estar em conformidade com a "regra de uma definição" da linguagem C++. Mas em C, a mesma função em linha pode ser definida de maneira diferente em diferentes arquivos (ou ficheiros)
- A palavra-chave bool, igual à usada em C++. Padrões anteriores de C não definiam um tipo booleano e vários (e incompatíveis) métodos foram usados para simular um tipo booleano.
Algumas características originalmente desenvolvidas em C++ também
apareceram em C. Entre elas encontram-se:
- Protótipos de função (com declaração de tipos de parâmetros) e remoção do "int" implícito
- Comentários de linha, indicados por //; comentários de linha terminam com um carácter de nova-linha
- A palavra-chave inline
- Tipagem mais forte
Programa de exemplos
- Programa Olá Mundo
A seguinte aplicação foi publicada na primeira edição de C
de K&R, e tornou-se no programa de introdução padrão da maior parte dos
livros sobre C. O programa envia o texto "Olá, Mundo!" para a saída
padrão, que é normalmente o console.
#include
<stdio.h>
int main()
{
printf("Olá,
Mundo!\n");
return 0
}
![]() |
| Execução do programa, em consola |
A primeira linha do programa é uma diretiva de
pré-processamento #include, que
causa com que o pré-processador substitua aquela linha pela
totalidade do conteúdo do arquivo qual diretiva se refere. Neste caso o arquivo
padrão stdio.h (que contém
protótipos de funções para trabalho com entrada e saída) irá substituir a
linha.
Na linhaseguinte esta a se definir a função main. A função main é a função principal
no programa, pois existem casos em que temos duas ou mais funções num só
programa em C. Os caracteres { e }
delimitam a extensão da função. O termo int define o tipo de dados que será retornado na saida, que
neste caso é um inteiro.
A linha seguinte executa uma função chamada printf (que
é uma função predifinida contida na biblioteca stdio.h). O printf é utilizado quando se pretende mostrar algo durante a
execução do programa, e neste caso é a frase “Ola Mundo”. O comando return retorna o valor 0 para o sistema,
que é interpretado pelo mesmo como que a função main() foi executada e
encerrada com sucesso (sem erros). Por fim, o caracter } indica o fim da função main.
Eu comecei a aprender essa linguagem de programação do ensino médio. Com a intensão de mais tarde aprender a programar microcontroladores.
Eu comecei a aprender essa linguagem de programação do ensino médio. Com a intensão de mais tarde aprender a programar microcontroladores.
OBS: Neste artigo tentei focar no básico da linguagem C, o que é, sua história e caracteriscas. Para quem deseja aprender a programar pode fazer o download dos livros (apostilas), cujos links são:
Espero que elas ajudem, a aprender esta fascinante linguagem de programação.
sábado, 5 de maio de 2012
Lógica de programação e algorítimo
Para que se possa ser um bom programador, é necessario um
boa lógica para a resolução dos mais variados problemas, e a melhor formar de
se ter esse raciocínio lógico e estudando lógica de programação que basicamente
inclui o estudo dos algoritimos. Eles são os primeiros elementos para a
constituição de um programa que resolva uma dada situação. Hoje abordaremos tal
assunto.
![]() |
| Algoritmo para ver se um candeeiro esta bom ou não |
Lógica de Programação é a técnica de desenvolver
algoritmos (sequências lógicas) para atingir determinados objetivos dentro de
certos regras baseadas na Lógica matemática e em outras teorias básicas da Ciência
da Computação que depois são adaptados para a Linguagem de Programação
utilizada pelo programador para construir seu software.
Um algoritmo é uma sequência não ambígua de instruções que é
executada até que determinada condição se verifique. O conceito de algoritmo é
freqüentemente ilustrado pelo exemplo de uma receita, embora muitos algoritmos
sejam mais complexos. Eles podem repetir passos (fazer iterações) ou necessitar
de decisões (tais como comparações ou lógica) até que a tarefa seja completada.
Um algoritmo corretamente executado não irá resolver um problema se estiver
implementado incorretamente ou se não for apropriado ao problema.
Um algoritmo não representa, necessariamente, um programa de
computador, e sim os passos necessários para realizar uma tarefa. Sua
implementação pode ser feita por um computador, por outro tipo de autômato ou
mesmo por um ser humano. Diferentes algoritmos podem realizar a mesma tarefa
usando um conjunto diferenciado de instruções em mais ou menos tempo, espaço ou
esforço do que outros. Tal diferença pode ser reflexo da complexidade
computacional aplicada, que depende de estruturas de dados adequadas ao
algoritmo. Por exemplo, um algoritmo para se vestir pode especificar que você
vista primeiro as meias e os sapatos antes de vestir a calça enquanto outro
algoritmo especifica que você deve primeiro vestir a calça e depois as meias e
os sapatos. Fica claro que o primeiro algoritmo é mais difícil de executar que
o segundo apesar de ambos levarem ao mesmo resultado.
O conceito de um algoritmo foi formalizado em 1936 pela
Máquina de Turing de Alan Turing e pelo cálculo lambda de Alonzo Church, que
formaram as primeiras fundações da Ciência da Computação.
Formalismo
Um programa de computador é essencialmente um algoritmo que
diz ao computador os passos específicos e em que ordem eles devem ser
executados.
Quando os procedimentos de um algoritmo envolvem o
processamento de dados, a informação é lida de uma fonte de entrada, processada
e retornada sob novo valor após processamento, o que geralmente é realizado com
o auxílio de uma ou mais estruturas de dados.
A maneira mais simples de se pensar um algoritmo é por uma
lista de procedimentos bem definida, no qual as instruções são executadas passo
a passo a partir do começo da lista, uma idéia que é pode ser facilmente
visualizada através de um fluxograma.
Término do algoritmo
Alguns autores restringem a definição de algoritmo para
procedimentos que eventualmente terminam. Minksy constatou que se o tamanho de
um procedimento não conhecido de antemão, tentar descobrí-lo é problema
indecidível já que o procedimento pode ser executado infinitamente, de forma
que nunca se terá a resposta. Alan Turing provou em 1936 que não existe máquina
de Turing para realizar tal análise para todos os casos, logo não há algoritmo
para realizar tal tarefa para todos os casos. Tal condição é conhecida
atualmente como problema da parada. Basicamente, isto quer dizer que não existe
um programa de computador que possa antever, de forma geral, se um outro
programa de computador vai parar algum dia.
Para algoritmos intermináveis o sucesso não pode ser determinado
pela interpretação da resposta e sim por condições impostas pelo próprio
desenvolvedor do algoritmo durante sua execução.
Onde se aplicam os algoritmos
A maioria dos algoritmos é desenvolvida para ser
implementada em um programa de computador. Apesar disso eles também podem ser
implementados por outros modos tais como uma rede neural biológica (tal como no
cérebro quando efectuamos operações aritméticas) em circuitos elétricos ou até
mesmo em dispositivos mecânicos.
Pode-se dizer que todos nos usamos algoritmos para a
resolução das mais variadas situações que acontecem na nossa vida. Por exemplo,
quando temos fome, constituimos um algoritim que nos levara a resolução deste
problema:
- Pensamos no que cozinhar;
- Cozinhamos o que queremos;
- E por fim comemos, e resolvemos o nosso problema.
A ideia de algoritimo é siguir-mos um sequencia lógica para
a resolução de um problema…
Podem aperfeiçoar vossos conhecimentos sobre o assunto
fazendo o download destas apostilas:
Linguagens de programação
Actualmente para o estudante de engenharia é muito
importante saber alguma linguagem de programação. E por este motivo que nesta
secção abordaremos um pouco sobre esta grande ferramenta para o desenvolvimento
da sociedade, na área tecnológica.
Defini-se linguagem de programação cmo sendo um método
padronizado para comunicar instruções para um computador. É
um conjunto de regras sintáticas e semânticas usadas para definir
um programa de computador. Permite que um programador especifique ao
computador o que ele quer que ele faça com os dados introduzidos.
O conjunto de palavras (lexemas classificados
em tokens), compostos de acordo com essas regras, constituem o código
fonte de um software. Esse código fonte é depois traduzido
para código de máquina, que é executado pelo processador.
Uma das principais metas das linguagens de programação é
permitir que programadores tenham uma maior produtividade, permitindo expressar
suas intenções mais facilmente do que quando comparado com a linguagem que um
computador entende nativamente. Assim, linguagens de programação são
projetadas para adotar uma sintaxe de nível mais alto, que pode ser mais
facilmente entendida por programadores humanos. Linguagens de programação são
ferramentas importantes para que programadores e engenheiros de
software possam escrever programas mais organizados e com maior rapidez.
História da linguagem
de programação
O primeiro trabalho de linguagem de programação foi criado
para um computador que existia, criado por Ada Lovelace A linguagem
de programação ADA foi batizada em homenagem a esta primeira
programadora.
Uma das primeiras linguagens de programação para
computadores foi provavelmente Plankalkül, criada por Konrad Zuse na Alemanha
Nazista, mas que teve pouco ou nenhum impacto no futuro das linguagens de
programação.
O primeiro compilador foi escrito por Grace Hopper, em
1952, para a linguagem de programação A-0. A primeira linguagem de
programação de alto nível amplamente usada foi Fortran, criada em
1954. Em 1957 foi criada B-0, sucessora da A-0, que daria origem
a Flow-Matic (1958), antecessor imediato de COBOL, de
1959. O COBOL foi uma linguagem de ampla aceitação para uso
comercial. A linguagem ALGOL foi criada em 1958-1960, ALGOL-60
teve grande influência no projeto de muitas linguagens posteriores.
A linguagem Lisp foi criada em 1958 e se
tornou amplamente utilizada na pesquisa na área de ciência da computação mais
proeminentemente na área de Inteligência Artificial.
A orientação a objetos é outro marco importante na
história das linguagens de programação. A linguagem Simula 67 introduz
o conceito de classes. A linguagem Smalltalk expande o conceito de
classes e se torna a primeira linguagem de programação que oferecia suporte
completo à programação orientada a objetos. A linguagem C++ (originalmente
conhecida como C com classes) populariza a orientação a objetos.
Diversas linguagens de programação surgiram desde então,
grande parte orientadas a objetos. Entre estas incluem-se C, VB.NET, Java, Object
Pascal, Objective-C, Python, SuperCollider eRuby.
Interpretação e
compilação
A interpretação e compilação é assim feita:
O processo da
compilação
Uma linguagem de programação pode ser convertida, ou
traduzida, em código de máquina por compilação ou interpretada por um
processo denominado interpretação. Em ambas ocorre a tradução do
código fonte para código de máquina.
Se o método utilizado traduz todo o código, para só depois
executar o programa, então diz-se que o programa foi compilado e que o
mecanismo utilizado para a tradução é um compilador (que por sua vez nada mais
é do que um programa).
Se o texto do
programa é traduzido à medida que vai sendo executado, como em JavaScript, BASIC, Python ou Perl,
num processo de tradução de trechos seguidos de sua execução imediata, então
diz-se que o programa foi interpretado e que o mecanismo utilizado para a
tradução é um interpretador. Programas interpretados são geralmente mais lentos
do que os compilados, mas são também geralmente mais flexíveis, já que podem
interagir com o ambiente mais facilmente. A tradução é tipicamente feita em
várias fases, sendo as mais comuns a análise léxica, a análise
sintática (ou parsing), a geração de código e a otimização. Em
compiladores também é comum a geração de código intermediário.
Conceitos
- Programação estruturada
Programação estruturada é uma forma de programação de
computadores que preconiza que todos os programas possíveis podem ser reduzidos
a apenas três estruturas: sequência,
decisão e repetição. A Programação estruturada orienta os
programadores para a criação de estruturas simples em seus programas, usando as
sub-rotinas e as funções. Foi a forma dominante na criação de software entre a
programação linear e a programação orientada por objetos. Apesar de ter
sido sucedida pela programação orientada por objetos, pode-se dizer que a
programação estruturada ainda é marcantemente influente, uma vez que grande parte
das pessoas ainda aprendem programação através dela.
- Programação modular
Programação modular é uma forma de programação no qual o
desenvolvimento das rotinas de programação é feito através de módulos, que são
interligados entre si através de uma interface comum.Foi apresentado
originalmente pela Information & Systems Institute, Inc. no National
Symposium on Modular Programming em 1968, com a liderança de Larry Constantine.
- Programação orientada a objectos
Programação Orientada a Objectos (POO) ou ainda em
inglês Object-Oriented Programming (OOP) é um paradigma de análise,
projeto e programação de sistemas de software baseado na composição e interação
entre diversas unidades de software chamadas de objetos. O extensivo uso de
objetos, particularmente em conjunção com o mecanismo de herança, caracteriza o
estilo de programação orientada a objetos. Em alguns contextos, prefere-se
usar modelagem orientada ao objeto, em vez de programação. De fato, o paradigma
"orientação a objetos" tem bases conceituais e origem no campo de
estudo da cognição, que influenciou a área de inteligencia artificial e da
lingüística no campo da abstração de conceitos do mundo real. Na qualidade de
método de modelagem, é tida como a melhor estratégia, e mais natural, para se
eliminar o "gap semântico", dificuldade recorrente no processo de
modelar o mundo real, no domínio do problema, em um conjunto de componentes de
software que seja o mais fiel na sua representação deste domínio. Facilitaria a
comunicação do profissional modelador e do usuário da área alvo, na medida em
que a correlação da simbologia e conceitos abstratos do mundo real e da
ferramenta de modelagem (conceitos, terminologia, símbolos, grafismo e
estratégias) fosse a mais óbvia, natural e exata possível. A análise e projeto
orientados a objetos tem como meta identificar o melhor conjunto de objetos
para descrever um sistema de software. O funcionamento deste sistema se dá
através do relacionamento e troca de mensagens entre estes objetos. Na
programação orientada a objetos, implementa-se um conjunto de classes que
definem os objetos presentes no sistema de software. Cada classe determina o
comportamento (definido nos métodos) e estados possíveis (atributos) de seus
objetos, assim como o relacionamento com outros objectos.
- Programação linear
Em matemática, problemas de Programação Linear são problemas
de otimização nos quais a função objetivo e as restrições são todas
lineares. Programação Linear é uma importante área da otimização por
várias razões. Muitos problemas práticos em pesquisa operacional podem ser
expressos como problemas de programação linear. Certos casos especiais de
programação linear, tais como problemas de network flow e problemas de multicommodity
flow são considerados importantes o suficiente para que se tenha gerado
muita pesquisa em algoritmos especializados para suas soluções. Vários
algoritmos para outros tipos de problemas de otimização funcionam resolvendo
problemas de PL como sub-problemas. Historicamente, idéias da programação
linear inspiraram muitos dos conceitos centrais de teoria da otimização, tais
como dualidade, decomposição, e a importância da convexidade e suas
generalizações.
Classificação
As linguagens de programação podem ser classificadas de
várias formas, dentro das quais temos:
- Classificação quanto ao grau de abstracção
- Classificação quanto a estrutura de tipos
- Classificação quanto ao paradigma
Classificação quanto
ao paradigma
Diferentes linguagens de programação podem ser agrupadas
segundo o paradigma que seguem para abordar a sua sintaxe e semântica. Os
paradigmas se dividem em dois grandes grupos: imperativo e declarativo.
- Paradigmas Imperativos
Os paradigmas imperativos são aqueles que facilitam a
computação por meio de mudanças de estado. Se dividem em:
- Paradigma procedural, neste paradigma, os programas são executados através de chamadas sucessivas a procedimentos separados. Exemplos de linguagens deste paradigma são o Fortran e o BASIC.
- Paradigma de estruturas de blocos, a característica marcante deste paradigma são os escopos aninhados. Exemplos de linguagens deste paradigma são o Algol 60, Pascal e C.
- Paradigma de orientação a objectos, este paradigma descreve linguagens que suportam a interação entre objectos. Exemplos de linguagens deste paradigma são C++, Java, Python e Ruby.
- Paradigma da computação distribuída, este paradigma suporta que mais de uma rotina possa executar independentemente. Um exemplos de linguagem deste paradigma é a linguagem Ada.
2. Paradigmas
Declarativos
Os paradigmas declarativos são aqueles nos quais um programa
especifica uma relação ou função. Se dividem em:
- Paradigma funcional, as linguagens deste paradigma não incluem qualquer provisão para atribuição ou dados mutáveis Na programação funcional, o mapeamento entre os valores de entrada e saída são alcançados mais directamente. Um programa é uma função (ou grupo de funções), tipicamente constituída de outras funções mais simples. Exemplos de linguagens deste paradigma são as linguagens Lisp, Scheme e Haskell.
- Paradigma da programação lógica, este paradigma se baseia na noção de que um programa implementa uma relação ao invés de um mapeamento. Exemplos de linguagens deste paradigma são o Prolog e a linguagem Gödel.
Classificação quanto
a estrutura de tipos
- Fracamente tipada, como PHP e Smalltalk, onde o tipo da variável muda dinamicamente conforme a situação.
- Fortemente tipada, como Java e Ruby, onde o tipo da variável, uma vez atribuído, se mantém o mesmo até ser descartada da memória.
- Dinamicamente tipada, como SNOBOL, APL, Awk, Perl, Python e Ruby, onde o tipo da variável é definido em tempo de execução.
- Estaticamente tipada, como Java e C, onde o tipo da variável é definido em tempo de compilação.
Classificação quanto
ao grau de abstracção
- Linguagem de programação de baixo nível, cujos símbolos são uma representação direta do código de máquina que será gerado, onde cada comando da linguagem equivale a um "opcode" do processador, como Assembly.
- Linguagem de programação de médio nível, que possui símbolos que podem ser convertidos directamente para código de máquina (goto, expressões matemáticas, atribuição de variáveis), mas também símbolos complexos que são convertidos por um compilador. Exemplo: C, C++
- Linguagem de programação de alto nível, composta de símbolos mais complexos, inteligível pelo ser humano e não-executável directamente pela máquina, no nível da especificação de algoritmos, como Pascal, Fortran, ALGOL e SQL.
Algumas linguagens de programação
Existem várias linguagens de programação, dentre as
várias temosJava
- C
- C++
- Objective-C
- PHP
- Visual Basic
- Perl
- JavaScript
- Delphi / Object Pascal
OBS: Este é apenas uma breve introdução para este assunto. Para quem tiver interessado em saber mais fique atento que em momento oportuno, publicarei mais sobre cada linguagem de programação.
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